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Uma exaltação à cultura dos orixás, influência fundamental na produção musical brasileira em todos os tempos, o álbum “Oríkì” (dobra discos/Altafonte) é também um marco na trajetória artística de Iara Rennó. Com sonoridade afro-brasileira única, a obra é fruto de mais de 13 anos de pesquisa, criação e produção. As 13 músicas, sendo 12 inéditas (“Ave Leve“ foi gravada por Virgínia Rodrigues no álbum “Cada Voz é Uma Mulher“) são dedicadas aos orixás mais populares no Brasil e foram compostas a partir de transcriações de oriki milenares da tradição nagô. As gravações (iniciadas em 2009 e finalizadas em 2022), contam com participações de nomes como Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, Lucas Santtana, Curumin, Criolo, Carlinhos Brown, Rob Mazurek eThalma de Freitas como intérpretes, além de Kiko Dinucci, Marcelo Jeneci e Maurício Badé, entre outros, como instrumentistas. Álbum em todas as plataformas de streaming a partir de 20 de maio de 2022. 

Primeira parte de uma obra composta por dois álbuns irmãos inéditos, “Oríkì“ & “Ori Okàn“, o disco ganha novos elementos para, finalmente, nascer para o mundo. Com linguagem musical que combina tambores tradicionais e instrumentação jazzística e pop, o aguardado álbum de Iara cria uma ponte por meio de tempos e camadas sinestésicas. Há uma atmosfera de mistério que aguça a percepção do ouvinte a sentir através do ritmo e da descrição de atributos qual orixá é celebrado pela música - já que na maioria delas o nome da entidade evocada não é citado. A idealização do projeto surgiu em 2009, quando Iara, junto com a arquiteta e artista visual Silvana Oliviere, montou uma instalação sonora no Museu Afro Brasil, intitulada “Oríkì in Corpore“. A exposição contava com 12 obras, cada uma destinada a um orixá, que recebeu uma canção. O processo resultou no álbum “Oríkì“, obra fonográfica que permaneceu inédita e inacabada até então. 

Algumas faixas tem letra do ensaísta Antonio Risério (publicadas em seu livro “Oriki Orixá“) musicadas por Iara. Outras foram criadas a partir de pesquisas dos oriki registrados por grandes conhecedores do tema, como o Babalorixá Sikiru Salami, originando o 'neo oriki' - poema contemporâneo de homenagem aos orixás. O segundo álbum - diferenciado pela sonoridade, conceito estético e forma de abordagem do assunto, e, a partir desse contraste, complementar ao primeiro - será lançado em 2023.

Com direção artística e produção musical da cantora, compositora e poeta, “Oríkì“ tem, além dos tambores tradicionais, instrumentação elétrica, diversificada e uma narrativa específica, própria dos oriki, para descrever os deuses africanos. Já o segundo disco promete uma instrumentação mais acústica e intimista, com canções que abordam o universo dos orixás de forma mais subjetiva. No time de excelentes músicos que performam nas faixas de “Oríkì“ estão nomes como Kiko Dinucci, Curumin, Maurício Badé, Guilherme Granado, Lucas Martins, Simone Sou, Marcelo Jeneci, Guilherme Held e Simone Julian.

Tendo frequentado terreiros de candomblé desde 2007 (desde 2008 como abiã) em 2020, a trajetória artística e pessoal de Iara levou a artista a mergulhar no processo de iniciação no candomblé. Foi no terreiro que concebeu uma nova safra de composições, numa ação espelhada de criação e renascimento. As novas músicas nascem conectadas com o projeto adormecido, ressaltando a relação de diálogo e complementaridade da obra. O material registrado em 2009 teve suas memórias atualizadas e recriadas com a vida que segue às gravações, resgatando a herança cultural dos oriki africanos e suas reverberações na música brasileira. Assim, “Oríkì“ é uma obra transpassada por bases e fundamentos que promovem um resgate histórico-cultural e uma história pessoal, trazendo valores simbólicos objetivos e subjetivos.

Fruto de mais de 13 anos de produção, obra celebra a cultura mítica dos orixás com participações de nomes como Tulipa Ruiz, Carlinhos Brown, Criolo, Anelis Assumpção, Lucas Santtana, Thalma de Freitas, Curumin e Rob Mazurek

Clique nas faixas e saiba mais

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Ficha técnica 

Intérpretes convidados: Thalma de Freitas, Anelis Assumpção, Criolo, Carlinhos Brown, Curumin, Lucas Santtana, Tulipa Ruiz e Rob Mazurek 
Músicos: Kiko Dinucci, Curumin, Maurício Badé, Lucas Martins, Simone Sou, Marcelo Jeneci, Guilherme Held, Guilherme Granado, Marcelo Monteiro, Ed Trombone, Daniel Gralha, Paulo Henrique, Alfredo Bello, Marcio Arantes, Simone Julian e Alysson Bruno. 
Coro: Lucas Espíndola, Luz Marina, Clarice Espíndola, Dani Black
Gravação e mixagem: Gustavo Lenza 
Masterização: Felipe Tichauer
Produção musical: Iara Rennó
Arte e design gráfico: Mayra Muniz 
Animação: Dreamland Digital
Direção de Arte (fotos e visualizers): Felipa Damasco  
Fotografia: Cai Ramalho 
Assistente fotografia: Ro Rocha 
Moda/Figurino: Naná Milumbê  
Assistente de Figurino: Claudia Petrodo 
Apoios Moda/Figurino: Dani Guirra, Ojire Art, Helena Pontes, Mônica dos Anjos
Maquiagem/ Beleza: Chris Ravenna 
Assistente de arte e objetos: Thaís Regina 
Gibo Laboratório Fotográfico Profissional 
Direção artística: Iara Rennó
Produção executiva: Paloma Espíndola
Coordenação: Juliana Sá
Comunicação: Fernanda Couto 
Marketing digital: Dreamland Digital
Consultoria yorùbá: Dámiláre Fáladé 
Lançamento: Dobra Discos
Realização: Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, ProAC Editais 2021 e Macunaópera Produções Artísticas

A Dupé (agradecimentos)

À todes que participaram desta obra e que fizeram parte desta tragetória; à minha família sanguínea; ao Babalorisá Edgar Biyi e ao Ile Asè Opó Baragbo - minha família de asè; ao Babalorisá Obaray Balbino de Paula, Ile Asè Opó Aganju, Yalorisá Patrícia de Oyá, Yalorisá Edenis de Omolu, lê Asè Omin Dá, Rosangela Amorim, Ogan Ronaldo de Oxalá, Mãe Beata, Pai Adailton, Yalorisá Genilce dos Santos, Asè Alá Ketú Ilê Ogun Alada Megi, Silvana Oliviere, Clara Flaksman, Moreno Veloso, Ivanna Souto, Luiz Ricardo Dantas, Egome Cici, Fundação Pierre Verger, Emanoel Araújo, Marcia Mansur, Marina Thomé, Célio Turino.